terça-feira, 24 de dezembro de 2013

ARAXÁ 2013

Este ano que termina,foi sem dúvida um dos anos em que a luta social e sindical, mais cresceu em Araxá.
Se desde dezembro do ano anterior mobilizações já eram organizadas por melhorias nos transportes,em janeiro estas mobilizações tomaram corpo e ensinaram muito a todos e todas,que hoje se veem mais fortes através do apoio mutuo e solidariedade,através da ação direta,tão criticada neste primeiro mês do ano mas que se provou ser a única forma de luta real.
As manifestações de janeiro,até então as maiores da cidade,se caracterizaram pela dificuldade de entendimento entre diversos grupos que posteriormente acabariam cindindo o comitê de luta contra a carestia,e forçado a reorganização total,mas de todas as formas estas manifestações do inicio do ano foram importantes e amadureceram a visão de muitos sobre a luta,que de nada adiantaria tentar negociar inegociável.
Os dias 17 e 25 de janeiro,estabeleceram as reivindicações que seriam levadas durante todo o ano,em assembleia no dia 17 se estabeleceu a atual pauta de reivindicações,e dia 25 a cidade viu uma das maiores manifestações da cidade até então,quando a prefeitura tenta amenizar os ânimos com a entrega das planilhas de custos do transporte e  assim leva ao engano diversos setores que viriam a se iludir e desmobilizar a luta.
Desmobilização amplamente condenada por anarquistas e anarcossindicalistas,e que meses mas tarde se provaria uma falha dos pró-negociação,como já previsto por nós todos e todas,mas que sem dúvida serviu de exemplo aos que se deixaram enganar pelos de cima.


De fato,as manifestações de janeiro foram o estopim,para a organização mais ampla do comitê de luta contra a carestia e a autogestão de nossas lutas por bem estar e liberdade e semente que germinava para o futuro endurecimento das lutas e das reivindicações,levadas sempre de forma intransigente por esta seção e por anarquistas e companheiros,dispostos e demonstrar  nas ruas a força de nossa gente.
Dessa forma,reuniões,debates e a reorganização do comitê de luta contra a carestia de vida se põe em marcha durante os meses que se seguem.
Chegamos ao mês de maio,em duas situações opostas,se por um lado o 1° de maio deste ano foi um dos mais vazios em número de pessoas,duas definições começariam a ser decisivas,a retomada de piquetes no centro da cidade,em terminais de ônibus todas as sextas feiras,visando atingir o maior público possível e nos manter mobilizados.
Piquetes foram realizados também no setor norte,reduto tradicional do movimento libertário em Araxá.
Os piquetes de maio,vem a demonstrar a revolta popular com o transporte público e a segregação que este representa,sendo também apresentadas expressões de repúdio a políticos que tentavam cooptar a luta,sem sucesso já que esta é,e sempre será horizontal e autogerida.
Estes piquetes de maio ganham corpo,a organização para a luta amadurece e novas pessoas passam a se juntar,inclusive dando inicio a primeiras tentativas de bloqueios pacíficos.
Uma curiosidade deste piquetes é que os sinalizadores e as bandeiras rubro negras se tornam uma marca da luta por bem estar e liberdade,a luta pelo fim do apartheid social na cidade e uma forma de mostrar que estamos nas ruas, seja como ou onde for.

 Entre as mobilizações sociais,o desenvolvimento de núcleos e ações em locais de trabalho,o aprofundamento em nossas tradições de luta de ação direta,alguns atos merecem ser citados;a solidariedade a seções irmãs na A.I.T. ,ações como em solidariedade e por readmissão ao companheiro demitido em santander/isban,e em solidariedade aos demitidos em telepizza,ações estas que além de servirem de apoio aos nossos companheiros,aprofunda a noção de solidariedade sem fronteiras entre nossa gente,em muitos casos ainda iludida com as fronteiras nacionais que nos limitam.
As ações de solidariedade se seguiam,a manutenção dos piquetes as sextas feiras e a difusão total da luta,através de todos os nossos meios de comunicação mantivemos a pauta de reivindicações definida em janeiro e seguimos a luta.
Interessante frisar neste período,as tentativas de organização espontânea de jovens,a sementeira para a reorganização da Juventude Libertária,jovens estes que sempre se mantiveram fiéis ao definido em assembleia e certos de que somente mobilizados e unidos podemos vencer exploradores/opressores.
Ao final de maio e inicio de junho,aumenta a revolta em torno dos transportes em todo o país,diversas organizações promovem manifestações em diversas cidades;organizações populares e compostas por diversas orientações paralisam cidades,enquanto em Araxá,interior de Minas Gerais seguíamos promovendo piquetes e mobilizações.
Em meados de junho,o fechamento da Avenida Paulista pelo mpl,e a divulgação ampla das revoltas pelo mais levam milhares de pessoas as manifestações chamadas desde o comitê de luta contra a carestia em Araxá,as manifestações em dezenas ou talvez centenas se transformam em marchas com milhares de pessoas.
Se por um lado crescia a pressão sobre os donos do poder/exploradores e todo tipo de sangue suga,estes ao mesmo tempo passavam a manipular as manifestações populares com lemas autoritários,e o caso especifico de uma entidade que havia solicitado participar do comitê de luta e esteve ciente da resolução deste este sindicato de manter total pacifismo,a dita entidade desvirtua a pauta de reivindicações,causando revolta entre os estudantes citados anteriormente,que viriam a juventude libertária,grupos passam a utilizar das manifestações para perseguir anarquistas e aqueles que já estavam nas ruas antes das balelas de:o gigante acordou,vem pra rua e todo tipo de besteira implantada pela rede globo e pelos veículos de comunicação em todo o país.
Os meios de comunicação,(ferramentas do poder)mudam suas táticas e ao invés de criticar abertamente, passam a separar as marchas entre "pessoas de bem" e "radicais",a ação de agentes provocadores se torna constante.
Em Araxá,a postura de reivindicações é mantida a todo custo,a horizontalidade a ação direta e autogestão são mantidas,o bloqueio de interesses do capital é a estratégia de luta,para força o atendimento da pauta de reivindicações,é importante lembrar que o pacifismo é uma resolução e portanto todos estes bloqueios sempre foram pacíficos e jamais houve reação por parte de manifestantes ligados diretamente a luta,oque houve foi uma repressão desproporcional.
A repressão,e a violência de agentes provocadores provoca o esvaziamento de manifestações,os jovens estudantes formariam a inciativa para juventude libertária,este sindicato se mantinha na rua junto a estes e davam sequencia as lutas sem desvirtuar revindicações,e nem negociar pelas costas de nossa gente.
Em todo o país o governo é obrigado a reduzir as tarifas do transporte público,uma vitória as cidades que exigiam revogamento dos aumentos,e uma vitória parcial de todas as outras em luta,uma vitória de todo o povo,mas que por ser uma vitória parcial nos manteve nas ruas.
Entre militantes detidos nas manifestações,tentativas de criminalização  da luta social e a manutenção da luta,é convocada uma greve geral em Araxá,com pouca adesão e restrita a poucos setores.
Esta greve geral viria  demostrar para muitos,que somente o anarcossindicalismo pode manter nossos direitos,buscar os que devemos buscar e a liberdade,os sindicatos oficiais como sempre denunciamos,além de negociar pelas costas e desorganizar,aceitam toda e qualquer migalha do poder.
  Além das manifestações e atos de solidariedade,além das manutenção total da luta são promovidos eventos culturais entre o sindicato e juventude libertária;estreitando laços de solidariedade a as práticas anarquistas.
São estes o sarau poesia & liberdade,promovidos no parque do cristo,visando também dar a aquele lugar abandonado pelo estado a autogestão que merece,alguns itens viriam a prejudicar a ocupação e autogestão do local:a noção equivocada de que somente determinados eventos podem autogerir o local,quando a okupação total proposta por anarquistas e anarcossindicalistas é bem mais ampla,e vida a resistência do oprimido,tendo em vista que a população do setor norte segregada pelo sistema de transporte público não possui espaços amplos de lazer,uma praça reformada pela metade não é argumento,afinal os filhos dos políticos não brincam nos espaços públicos como os filhos de nossa gente,os filhos de trabalhadores e trabalhadoras.
Nestes eventos culturais,e em razão da evolução das lutas alguns questionamentos são levantados;como por exemplo a inércia de entidades e a restrição para uso de espaços estudantis que seriam uteis aos próprios estudantes,em sua organização e luta por melhorias no transporte e ensino,estes questionamentos levam a busca por dados de tal entidade por aquela que viria a se constituir,juventude libertária.
Junto as manifestações mantidas pontualmente,eventos culturais e o desenvolvimento da autogestão se tornam uma realidade,Araxá de "pacata" cidade interiorana,que escondia sob o tapete todos os seus problemas,teria estes escancarados e entraria no mapa de cidades mobilizadas em todo o país,lugares que fizeram a diferença nas ruas.
Mas,a força da autogestão das lutas como sempre,causa temor em donos do poder,e seguem as tentativas de criminalização das lutas sociais,quando sócios deste sindicato rejeitam uma transação e querem provar a inocência de anarquistas,segue a resistência a organização e a solidariedade.
Chegamos a outubro desenvolvendo a autogestão e o apoio a okupações,divulgando bandeiras de luta COB/AIT em locais de trabalho,lazer e moradia,fazendo crescer a capacidade de resistência de nossa gente trabalhadora.
Até que ao final de outubro,em razão dos questionamentos que juventude libertária faz quanto a entidade estudantil local,se inicia uma campanha anti-anarquista,com falsas acusações,perseguição,ameaças e denuncias de ilegalidade,contra este sindicato que sempre será solidário aos que horizontalmente lutaram ombro a ombro conosco nas ruas por direito e por liberdade,é estreitado ainda mais o laço entre sindicato e juventude,levando a adesão de companheiros,e aos atos contra a repressão promovida pela entidade estudantil oficial da cidade,que questionada resolve criar armações e propagar todo tipo de perseguição ideológica apoiados por setores da extrema direita local,quando falamos em extrema direita falamos em todos aqueles que defendem abertamente um golpe militar a a violência do estado contra indivíduos.
    As ameaças não intimidam,e são promovidos atos nos mais diversos locais com amplo apoio da população,que se demonstra farta de determinados indivíduos,restando aos repressores somente a capacidade de criar montagens e mentiras.
As pautas de janeiro são mantidas,mas com uma mudança fundamental estabelecida;se estamos a um ano exigindo o mesmo e o governo municipal se nega a atender,então que saia todo governo municipal,que todos os que vivem como sangue sugas deixem de viver das benesses do estado,e vivam a vida dos de baixo,aprofundamos as razões da exploração,da luta e da inércia e covardia de alguns.
A forma de organização libertária,se prova a mais efetiva ao longo do ano,a única a possuir princípios,e manter a sinceridade.
Alguns pequenos conflitos laborais são verificados no final do ano,que diante da notória ação direta e solidariedade deste sindicato;faz as patronais recuarem e pagarem todos os direitos negados,uma vitória obvia.
Ao mesmo tempo seguem as campanhas anti-anarquistas,visando minar o apoio,mas sem sucesso apelam os grupos autoritários a denuncias de ilegalidade contra este sindicato,já que este se nega a ter registros no estado,receber subsídios ou participar de eleições sindicais,somos pela autogestão sindical.
Tendo todas as respostas para estes ataques,esclarecidos que os direitos de organização e associação são garantidos,e não sendo esta uma organização criminosa,mas uma ferramenta de defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras,seguimos adiante.
Processados,perseguidos,vitimas de toda tentativa de criminalização,seguimos e seguiremos sempre!
Porque este sindicato luta contra as injustiças em suas origens,apoia a organização autônoma de estudantes para buscarem seus direitos e lutarem por liberdade,este sindicato é uma ferramenta do povo, e se existe é  para este povo,que já tem certeza da mentira que significa a "democracia"representativa,e que somente lutando podemos sobreviver.
Chegamos ao final deste ano já convocando o ato contra estes que insistem em se fazerem de surdos quando o assunto é direitos,os atos que começaram o próximo ano demonstrando que nem toda repressão foi e nem será capaz de nos silenciar,e que todas as montagens caiam por terra.
Não daremos um passo atrás sequer em nossas reivindicações,e seja como for nos manteremos em pé.
As experiências de 2013 provam o quanto o poder teme o povo organizado,e assim seguimos lutando até a emancipação total da classe trabalhadora.


sábado, 21 de dezembro de 2013

A LIBERDADE DE ORGANIZAÇÃO SINDICAL.

Como sempre descrevemos aqui,e a própria história do país pode comprovar;o sindicalismo no Brasil sofre um grave problema de representação,a imensa maioria dos trabalhadores não vê nas centrais vinculadas ao estado e beneficiárias do imposto sindical,um meio de defesa se não apenas um ninho de profissionais sindicais.
Nós,não aceitamos a "profissão"  sindicalista,não aceitamos subsídios do estado e reivindicamos a liberdade de organização sindical como previsto tanto da declaração universal dos direitos humanos,quanto a convenção 87 da OIT,desejamos manter nossa autonomia e a liberdade do trabalhador ou trabalhadora de se filiar-ou não a determinado sindicato,assim prezamos por um sindicalismo onde o trabalhador irá se filiar e contribuir com o sindicato que for do seu agrado,aquele que ele vê como melhor meio de defesa dos seus direitos.
Estas,são questões que visam melhorar a relação trabalho/sindicato,visam levar a liberdade plena de organização como previsto na já citada convenção 87 da  OIT,e que no Brasil não vem sendo respeitada.
A liberdade de organização é livre,vedada qualquer interferência do estado,como previsto na convenção citada acima.
No Brasil,sofremos com as acusações de ilegalidade e inclusive clandestinidade,dois fatores devem ser ressaltados nesta questão;(1) a COB/AIT é a primeira confederação de sindicatos do Brasil,vitimada por leis autoritárias desde antes do estado novo,e roubada pelo estado(escolas,bibliotecas,centros de cultura etc..),seus associados mais ativos foram enviados para campos de concentração(colônia de Clevelândia) e muitos deles executados por polícias políticas ao longo do último século,(2)é garantida a liberdade de organização sindical como meio de defesa legítimo dos trabalhadores e trabalhadoras,sem interferência do estado ou suspensões administrativas ou dissoluções .
Como associados a um sindicato ideológico,nos resguardamos o direito de não manter qualquer vinculo com o estado,e rejeitamos qualquer forma de subsidiamento estatal dos sindicatos,nem mesmo as indenizações por crimes históricos contra nossa Confederação reivindicamos,mas apenas e tão somente a liberdade de organização e o reconhecimento por parte do estado dos crimes cometidos contra nossos fundadores e antigos companheiros.
Sendo assim,o Sindivários Araxá COB/AIT não é um sindicato clandestino,mas uma seção sindical que preserva seu direito a autonomia e reivindica a plena liberdade sindical,como em muitos países signatários de leis internacionais em defesa  da liberdade de organização.
As acusações,contra esta seção devem ser encaradas da seguinte maneira,nos mantemos organizados e em defesa de nossos direitos como garantido por leis internacionais,que todos saibam que a perseguição promovida contra nossa forma de organização visa unicamente parar nossas lutas sindicais e sociais,através de tentativas de coação tentam silenciar as vozes que destoam do estabelecido,esta claro a todos e todas que somente procuram meios de nos denunciar,depois de apoiarmos e sermos solidários a liberdade de organização de estudantes.
Oque nos espanta,é que estas denuncias foram feitas somente depois de sermos solidários a organização de juventude libertária,denotando clara tentativa de perseguição ideológica.
Quanto as manifestações em Araxá devemos esclarecer alguns pontos,as mobilizações foram e continuam sendo convocadas desde um pró-comitê de luta contra a carestia de vida,onde nosso sindicato é parte organizacional,e todos os outros membros autônomos da sociedade exercendo sua liberdade de exigir bem estar social,nós rejeitamos acordos de transação penal porque entendemos que companheiros detidos nas manifestações de Junho são inocentes,e se não o fossem estaria explicitado mais um erro do estado,ao propor transações a culpados,nós rejeitamos os acordos de transação e seguiremos rejeitando.
Temos a liberdade,e apoiamos a sinceridade de todos e todas que descrevem os ocorridos em Junho passado na cidade de Araxá,algo natural da luta social,e que também evidenciou a violência do estado contra manifestantes pacíficos,o padrão naquela situação de um bloqueio e onde não houve resistência seria a negociação para o desbloqueio de vias,e não a imediata intervenção através da força,e no caso os detidos não eram os responsáveis por furtos como denunciado pela mídia burguesa,foram detidos aleatoriamente,e por isso nós rejeitamos um acordo de transação,queremos o reconhecimento de que nossos companheiros são inocentes de tal acusação.
Tudo,esta evidente quando analisamos o  desenrolar dos fatos,pessoas que lutam nas ruas através da ação direta pacifica(esta foi uma resolução de assembleia anterior as grandes marchas),sendo perseguidas e como assumido por aqueles que nos acusam de ilegalidade,desejam apenas nos desmoralizar.
Mas temos princípios,e não contrariamos nossos princípios e nem resoluções  de assembleia,todos os companheiros que estiveram na organização das grandes marchas são testemunhas de que a conduta definida foi a de não revide e não agressão.
Lamentamos profundamente o desespero de setores autoritários,que buscam nos atacar por nossa orientação e por nossas reivindicações,isto fica evidente quando notamos que os próprios procuraram este sindicato e jamais foram discriminados,tendo inclusive esta seção menção positiva quanto a liberdade de todo e qualquer grupo participar das lutas sociais de junho,contrariando inclusive nossos companheiros de Juventude Libertária que sempre se opuseram a participação destes,que nos acusam de ilegalidade,clandestinidade e etc.
É com muito pesar que vemos a covardia com que nos atacam,mas isso também não nos assusta,temos observado situações em Araxá que remontam ao século IXX,de perseguições e tentativas de criminalização, parecemos estar vivendo em outro século.
Tudo isso por outro lado é muito positivo,se nos atacam é porque nos dão importância e sentem nossos questionamentos,abre-se um precedente desde Araxá para questionar o direito a liberdade de organização sindical,e o reconhecimento do estado quanto aos crimes cometidos historicamente contra a COB.
Apoiamos o pedido de esclarecimentos de Juventude Libertária quanto ao local e a união estudantil,apoiamos e somos solidários a todos os perseguidos e coagidos por setores autoritários  e declaramos que o ataque contra um é um ataque contra todos e todas,a solidariedade é nossa maior arma no combate ao autoritarismo.

Declaramos as razões aqui de nossas últimas campanhas;na luta pelo fim de um apartheid que é o transporte público em Araxá e em apoio a melhorias aos trabalhadores da empresa de transportes local,exigimos a um ano o atendimento da pauta de reivindicações,ao invés de atender a pauta de reivindicações o governo municipal altera as leis do transporte público,modificando o artigo que definia este ano(2013) como último ano da empresa de transportes local na prestação do serviço.
O passe livre é um direito constitucional desrespeitado,e que sendo um direito deve ser exigido e reivindicado,assim foram levantados os questionamentos quanto a atuação da união estudantil e a necessidade de organização dos estudantes por seus direitos,organização esta em total acordo com nosso sindicato e inclusive apoiado,por ser uma tentativa de organização autônoma e legítima,que tendo questionamentos negados solicitou uma CPI para que devidas perguntas fossem respondidas,este pedido de CPI é a razão de todos os ataques,montagens e calúnias praticadas contra este sindicato,assim se evidencia que querem uma retalhação e não o esclarecimento de perguntas justas.
Afirmamos nossa discordância com o papel dos agentes do estado,e a ausência de  negociações que são o padrão de ação para movimentos sociais,repudiamos aqueles que utilizam a mídia para ataques pessoais e contra os mais ativos militantes.
Já não esperamos o atendimento da pauta de reivindicações,e nem qualquer negociação com um prefeito que já esta cassado e deve sim sair de seu cargo,junto a todos aqueles que estão a receber dinheiro público.


A liberdade de organização sindical é um direito,e que será levado a cabo por nós todos e todas,sem passo atrás.
Mantemos sempre,total solidariedade a luta de J.L. e aos seus questionamentos naturais,mas encarados como crimes por setores autoritários,e vamos mais longe,quando nossos companheiros e companheiras foram atacados,este se tornou um conflito totalmente nosso também,dentro da lógica de máxima solidariedade e apoio mutuo.
Mais uma vez afirmamos a inocência dos detidos de junho,a perseguição de grupos autoritários a este sindicato,nossa solidariedade a todos os coagidos e ameaçados por lutar e nossa disposição de sempre seguir adiante em nossas lutas,e em nossa liberdade de organização sem qualquer interferência do estado,oque constituiria mais uma violação de direitos humanos na cidade.
Nossa luta é sincera,é horizontal e gerida desde assembleias,é essa forma de luta que os assusta,pois dessa forma não podem utilizar as lutas em proveito próprio,sendo as lutas do povo e para o povo e não para partidos ou políticos.



quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

POLÍTICA,CORRUPTA PELA PRÓPRIA NATUREZA.

Somos inimigos frontais do sistema representativo,que proporciona altos salários e regalias a uma casta, enquanto a população sofre as consequências da falta de estrutura em diversos setores,desde a saúde até a educação,um sistema social que prioriza o ter ao invés do ser .
Enquanto alguns vivem sob as asas de políticos,vivendo de favores e da desorganização de determinados grupos,nós resgatamos a origem de todas as lutas sociais no país,a luta desde assembleias e pela ação direta,rejeitando a natureza corrupta da política representativa e de seus políticos que desfrutam dos melhores hospitais e convênios.
Nós denunciamos a lei de anistia no Brasil,e permanência de remanescentes do regime militar  ainda nos dias de hoje como figuras sempre presentes e rotineiras nesta "democracia".
Nossa forma de atuar parece assustar todo o tipo de covardes sangue sugas,que apoiam aquele que dá mais,e não possuem o menor principio,e são os princípios que assustam estes que se amparam na corrupta política representativa para justificar a desigualdade e as mazelas do estado.
Nós nos negamos a aceitar subsídios,negamos o estado e todas as injustiças deste,buscamos a autogestão e o fim do roubo que representa a propriedade privada sobre os meios de produção e a exploração cotidiana do despossuído.
Se denunciar este estado genocida for um crime,nós somos criminosos,o que não aceitamos é a omissão diante de todas as injustiças históricas deste país,desde o genocídio colonial até o genocídio cotidiano vivido em todos os bairros pobres,nenhum deste pode passar sem ser combatido.
Lutamos por justiça,e justiça não é só uma palavra nos papéis do judiciário,justiça é devolver ao produtor tudo o que é seu,a produção que não chegou a beneficiar o trabalhador e a trabalhadora,reféns eternos das patronais e do poder do estado,estado este que prioriza a burocracia e a defesa da propriedade privada em detrimento das necessidades do povo.
Não aceitamos calados os crimes do estado,lutamos e denunciamos todas as injustiças,e esta luta como é natural, é e sempre será perseguida,seja nos registros históricos de perseguição a COB/AIT ou na perseguição atual  as lutas por justiça,e em solidariedade aos que desejam se organizar horizontalmente.
Não recuaremos em nossas lutas,este é o sentido das lutas libertárias ao longo de séculos e não serão pequenos parasitas e fascistas que nos calarão,as lutas movem a história e a história é feita de desafios que garantiram as minimas conquistas ao povo,desprezar isso é desprezar a história do oprimido e explorado,é desprezar a história da humanidade e de sua evolução.
Araxá vive uma revolução em sua lutas sociais,se antes o povo não tinha defesa,hoje pode se organizar em assembleias horizontais e lutar por direitos,sejam eles sociais ou laborais,e nestas lutas por direitos o anarquismo tem um papel protagonista,jamais a cidade vivenciou manifestações como as organizadas desde as assembleias por grupos anarquistas e anarcossindicalistas,lutas sem compromisso com o opressor,lutas em prol de direitos e liberdade aos despossuído e que foram parcialmente vitoriosas em suas últimas jornadas que ainda ainda seguem.

Se a história do povo é contada dia dia em atitudes corajosas dos trabalhadores e trabalhadoras,a história do poder é uma história de covardia e mentiras contra o povo,contra o despossuído e sempre visando regalias  aos donos do poder,e da força bruta do estado.
Para deixar claro de uma vez por todas,Araxá não teria participado das jornadas de junho se não fossem anarquistas e estudantes dispostos a lutar,o anarquismo e o anarcossindicalismo local colocaram a cidade no mapa dos locais onde a população reivindica e luta por direitos imediatos,manifestações convocadas e organizadas desde grupos anarquistas e anarcossindicalistas onde mais de 5000 pessoas compareceram,e que muito além da repressão os dispostos seguem lutando,sem covardia e sem oportunismo seguem lutando porque este é um direito e um dever de todo aquele que conhece a realidade e a vive.

Declaramos aqui nosso repúdio ao estado,a sua violência legalizada e aos que se escondem atrás de papéis e da santa burocracia para permanecerem vivendo as custas de impostos,relações que se assemelham mais ao feudalismo do que a uma suposta "democracia",e enfrentar tais situações é parte fundamental para a evolução da sociedade e a busca de um mundo novo,justo e sadio para todos e todas.
Não nos baseamos em mentiras para lutar,mas na história da humanidade e de nossa gente que se hoje tem algum direito os deve a luta de nossos antepassados através da ação direta em sindicatos libertários,devemos respeito aos que lutaram ontem e esquecer isso é esquecer nossa própria história.
Quem deposita suas esperanças nesta pseudo democracia ou é demasiadamente inocente ou mal intencionado,um sistema em que os "representantes" vivem a vida bem diferente dos representados não pode ser correto e nem justo,se não apenas uma mentira para manter a população calada e refém do poderio bélico do estado.



terça-feira, 17 de dezembro de 2013

SOBRE OS MAIS RECENTES ATAQUES CONTRA ESTE SINDICATO.

Certos de que não daremos passo atrás,de que seguiremos lutando e apoiando a organização Juventude Libertária;sofremos mais uma tentativa de ataque daqueles que questionamos.
Nos acusam de clandestinidade,pois bem nosso país não é signatário de acordos internacionais pela liberdade e organização sindical,direito garantido na declaração universal dos direitos humanos e desrespeitado no Brasil,porque de uma vez por todas vamos deixar claro que jamais teremos um registro no estado que nos faça receber subsídios,o sindicato é e deve ser mantido pelos trabalhadores.
A juventude libertária é o esforço em organizar os jovens remanescentes das  manifestações de junho,quando devemos deixar claro e evidenciado,a maioria dos que hoje integram juventude libertária foram contrários a entrada de membros da entidade. no comitê de luta,sendo o próprio sindicato fiador da permanência deste até então no comitê de luta contra a carestia de vida,tanto que os próprios ofereceram sua sede para uma das reuniões que antecederam manifestações,onde claras instruções de não violência foram discutidas e assumidas por todos e todas,a entidade ou seus membros posteriormente seriam excluídos de qualquer ligação com a luta estarem desvirtuando a pauta de reivindicações,a presença de uma faixa com reivindicações não discutidas,então a juventude libertária passa a se articular para poder ter as minimas condições de organização,algo inédito na cidade de Araxá.
As reivindicações e questionamentos destes estudantes,justos e corretos,completamente dentro da legalidade,foram seguidos de grande perseguição e graves denuncias que fogem a qualquer padrão de conduta da luta social,sendo como o próprio assessor de imprensa da entidade deixou claro-os documentos negados por estes estudantes serem anarquistas! -Clara demonstração de  preconceito.
Este preconceito explícito levou a exigência de uma CPI da entidade,algo como a última possibilidade de se ter um parecer sobre aquele que deve ser o espaço de estudantes.
Denunciamos a covardia de quem ataca ideias e pessoas solidárias a luta,diversos casos de coação tem sido relatados,e tudo oque dizemos é o puro reflexo da luta social em Araxá e a repressão que a segue.
Nós temos princípios,e este princípios não passam por uma vida de favores junto a políticos,de fato rejeitamos a ideia de representação,chamamos o povo o produtor a organizar aquilo que é seu,sem parasitas e sem sangue sugas,e isso é oque sempre nos moveu em direção as minímas conquistas de direitos,não jogamos com direitos.
Repudiamos as tentativas de coação,e os que se escondem atrás do estado para seguirem mamando em suas tetas e na inércia que desorganiza e prejudica nossa gente.
Frisamos aqui que diferente do que dizem em sua mais recente matéria,seus documentos não estão acessíveis como afirmado pelos próprios anteriormente,nosso objetivo não é o avanço em redes sociais mas nas lutas desde nossos bairros,locais de trabalho e lazer-sendo este um objetivo por bem estar e liberdade ao povo e não por violência.
Nosso objetivo é todos tenham direito de se organizar,direito hoje desrespeitado na cidade e seguido de grande repressão,não daremos nenhum passo atrás!
 

TERCEIRIZAÇÃO É PRECARIZAÇÃO.

Dentro da lógica capitalista,o trabalhador e a trabalhadora são sempre um custo de produção,e dentro desta mesma lógica desumana pouco importa aos patrões a condição de vida e a segurança do trabalhador e da trabalhadora e suas famílias,em suma a grande maioria não tem segurança se terá meios de sobreviver daqui alguns meses.
Um dos grandes fatores para a insegurança quanto aos contratos de trabalho são as terceirizações,mecanismo utilizado teoricamente para suprir uma determinada demanda,mas que na imensa maioria dos casos se tornou um meio de burlar as leis trabalhistas.Recentemente uma siderúrgica de Minas Gerais foi condenada pela justiça trabalhista pois entende-se que,os terceirizados não tem os mesmos direitos dos trabalhadores efetivos,mesmo cumprindo as mesmas funções e suas tarefas não sendo temporárias como sugerem os defensores das terceirizações.
As patronais dessa forma,além de precarizar o trabalho,criam castas superiores e divisões entre companheiros efetivos e terceirizados,prejudicando dessa forma também a luta intra muros em locais de trabalho e corroendo a solidariedade que é uma das mais potentes armas dos trabalhadores e trabalhadoras.
Além dos setores de metalurgia e mineração,outro setor que sofre com a precarização é o de hotéis,bares e restaurantes;setor este em que visando a copa do mundo e a alta demanda temporal, o governo atendendo o lobby de alguns setores já planeja uma flexibilização dos contratos de trabalho neste setor para que as patronais lucrem mais com estes eventos e o trabalhador e trabalhadora tenham ainda mais insegurança.
Do fundo de sua imperfeição,as leis trabalhistas são um dos únicos meios de proteção do trabalhador refém do sindicalismo pelego/oficial,corroer estas leis é inaceitável e não daremos nenhum passo atrás na defesa de direitos históricos dos trabalhadores,exemplo disso o núcleo de bares e restaurantes que venceu conflito recente quanto a denuncias de falta de registro em carteira e jornadas que extrapolam o limite máximo previsto.
Não aceitamos flexibilizações,não aceitamos negociar direitos,não aceitamos aumentar o lucro dos empresários as custas de nossas famílias e da insegurança no futuro,chamamos todos os setores envolvidos nas recentes tentativas de flexibilização para a resistência,como já havíamos denunciado o desvio e acumulo de funções em hotéis a mais de 3 anos.
As terceirizações são uma realidade quotidiana principalmente em empreiteiras,que a cada fase demitem e depois contratam outros trabalhadores,que estando na mesma planta de efetivos não dispõe dos mesmos convênios e muito menos os mesmos salários.
Tudo isso é resultado da ação desorganizadora dos sindicatos pelegos/oficiais,estes que recebem milhões do estado e jamais comparecem aos locais de trabalho,cumprem fielmente o papel de desorganizadores e desmobilizadores,enquanto o peão na maioria dos casos não conhece nem mesmo seus próprios direitos e o sindicato que paga através de própria folha,o sindicato são os trabalhadores unidos em sua defesa,e não uma estrutura burocrática criada para causar caos e desconfiança entre os trabalhadores e trabalhadoras.
É hora de nos manter atentos e firmes,na luta contra a flexibilização prevista para alguns setores e as terceirizações que são uma constante que nada tem haver com necessidade de determinados períodos,mas a tentativas de economizar e assim aumentar os lucros patronais as custas do despossuído.
Nossos direitos não se negociam,nossos direitos são conquistas históricas e que servem de minima referência ao trabalhador e a sua família para que possam sobreviver,rejeitamos os argumentos da competitividade expostos aos sindicatos,uma vez que os mesmos que argumentam competitividade anunciam lucros exorbitantes todos os anos.

     COB/AIT NÃO SE VENDE E NEM SE RENDE  


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

VITORIOSO CONFLITO LABORAL.

Que fique o exemplo,nenhum desrespeito aos nossos direitos como trabalhadores e trabalhadoras passará.
O Sindivários Araxá COB/AIT se saiu vitorioso quanto as denuncias de desrespeito as leis trabalhistas praticadas por uma famosa lanchonete* do centro de Araxá,nosso companheiro que chegou a ser ameaçado e passava por sérias dificuldades,levou adiante as denuncias,oque acabou resultando em uma vitória junto a justiça trabalhista local,já que a patronal acabou por aceitar acordo em que nosso companheiro é indenizado e são preservadas suas referencias.
As conquistas dos trabalhadores custaram vidas,nenhuma patronal deve tentar desrespeitar estes direitos que são também resultado das lutas do anarcossindicalismo ao longo de muitos anos,e algo que não pode ser negociado.
A patronal,amparada por  fundamentos religiosos e  graves acusações,já havia sido notificada por este sindicato de seu desrespeito as leis trabalhistas,se negaram a corrigir a situação e ainda ameaçaram quem reivindicava seus direitos,então foram estabelecidas etapas;em primeiro lugar tentaríamos de bom grado um ajustamento de conduta e pagamento dos direitos violados,se insistissem em levar adiante tal processo daríamos inicio a piquetes denunciando as condições de trabalho e posteriormente ao boicote.
-A grave situação neste local de trabalho tem como exemplo as jornadas de trabalho-que chegavam a 55 horas semanais,mais de 10 horas acima do estabelecido e sem pagamento de horas extras,realmente algo á ser combatido e denunciado,nossa seção sindical não dá passo atrás e se tocam em um,tocam em todos e todas.
Mais uma vez provamos que não devemos aceitar que desrespeitem nossos mínimos direitos laborais,estes custaram vidas e o se desejamos bem estar social,não podemos aceitar tais situações.Devemos nos mobilizar e lutar,manter a organização desde nossos sindicatos porque temos o exemplo neste caso,de um sindicato oficial que jamais soube das condições de trabalho,e do desrespeito a legislação trabalhista.
Enquanto o sindicalismo oficial vive de impostos,e da desorganização dos trabalhadores,nós rejeitamos subsídios do estado e nos organizamos para que nós mesmos desde nossos sindicatos façamos nossa defesa e a luta por direitos imediatos.
Anarcossindicalismo não se vende e nem se rende,nenhum direito desrespeitado,nenhum companheiro ou companheira explorad@.

*Em virtude da lei de crimes contra a honra e dos termos do processo não podemos publicar aqui o nome da empresa,mas companheiros interessados podem saber mais em - sindivariosaraxa@gmail.com 

É HORA DE MOBILIZAR!

Um ano em luta,estamos completando de uma única jornada que com uma pauta de reivindicações clara,e definida em assembleia,seguimos em frente e chegamos ao período de novamente nos mobilizar e encarar os desafios que esperam a todos e todas nós.
É fato que a luta amadureceu,os inimigos da população hoje estão bem mais definidos e já não podem mais enganar a população como no inicio,os próprios declararam quem apoiam e no caso-o governo municipal,a câmara de vereadores e empresas exploradoras que denunciadas a muitos anos terão de ceder a pressão das ruas,como já cederam em parte no meio do ano mas não atendendo toda a pauta,e por isso segue a luta.
Manobras foram feitas para que o povo não soubesse da verdade,mas a prefeitura de Araxá com seu prefeito cassado mas ainda no cargo,que enquanto ele entrega 20 mil reais a entidades privadas o povo sofre com as condições de transporte,saúde,lazer e educação.
Por estes motivos denunciamos entidades bancadas pelo estado,que utilizam de sua burocracia para desorganizar e manter uma "tranquilidade" aos exploradores da população,nós não aceitamos subsídios do estado,não temos profissionais sindicais e não fazemos acordos a portas fechadas pelas costas de nossa gente.
É hora de mobilizar,toda hipocrisia deste final de ano é denunciada e os avanços na luta devem se expandir desde as reivindicações até a autogestão total de tudo aquilo que é nosso,é uma luta sem trégua!
Convocamos todos os companheiros e companheiras para as mobilizações das próximas semanas,visando denunciar as manobras da prefeitura de Araxá,seus aliados sabotadores da luta social e mostrar que o povo unido organiza a luta sem partido.
Vamos novamente as ruas,manteremos esta forte solidariedade que tem caracterizado e luta livre de parasitas,uma luta por direitos imediatos e liberdade.
A vera cruz já prepara aumentos da tarifa com total apoio da prefeitura e das entidades sustentadas com dinheiro do contribuinte para que desorganizem  a luta,nós seguimos atentos e entre lutas sindicais e sociais chamamos a mobilização total,uma vez que este é o período de maior movimento no centro de Araxá,vendendo assim a imagem de cidade perfeita que esta muito longe da realidade.
Sabemos de todos os problemas da cidade,e da culpa dos poderes e de todos os sangue sugas.
Nós temos princípios e isso é que parece assustar todo tipo de explorador e fascista,diferente daquilo que estão acostumados;nós NÃO aceitamos dinheiro do estado e nem acordos fora de assembleias.
A luta é por direitos de nosso povo,por sua liberdade e nosso povo é quem dita os rumos-sem gurus e nem parasitas.
Não basta reclamar,é preciso mobilizar!