quinta-feira, 31 de julho de 2014

PATRONAIS EXIGEM PRECARIZAÇÃO.

A confederação de patronais na indústria,apresentou projetos de precarização do trabalho a todos os candidatos a presidência,que obviamente servirão aos interesses de proprietários.
Sob o argumento de que as reivindicações patronais irão aumentar a competitividade e desenvolver a indústria,os grandes proprietários tentam subir nas costas de trabalhadores e trabalhadoras com propostas absurdas e abusivas,enquanto os mesmos patrões ganham rios de dinheiro e recebem toda colaboração dos bancos de fomento estatais(pagos por nós todos e todas).
Veja as propostas patronais:
*regulamentação das terceirizações
*fim da hora "itinere"
*facilitar autorização para trabalho aos domingos e feriados.
*permissão para três férias coletivas ao ano.
*permissão para dividir as férias regulares.
*extinguir  a multa de 10% do fgts(pagamento da empresa ao estado)
*redução de seis para três meses para recontratação de funcionário
*vinculo entre PLR e metas de acidentes de trabalho.
*redução do horário de repouso(almoço,janta)

Todas as propostas patronais prejudicam os trabalhadores e trabalhadoras,chamamos a luta contra a precarização e corrosão dos mínimos direitos que temos.
O fim da hora "itinere" de imediato prejudicará centenas,talvez milhares de trabalhadores em Araxá,que em sua maior parte já são vítimas das terceirizações nas companhias locais e da inércia do sindicalismo pelego/oficial.
A flexibilização para o trabalho aos domingos e feriados representará na verdade um aumento da jornada de trabalho,pois se os salários não garantem a sobrevivência, nossa gente se vê obrigada a fazer horas extras para garantir uma renda um pouco maior,que garanta o mínimo conforto.
Vincular a participação nos lucros as metas de acidentes de trabalho,coloca o trabalhador e a trabalhadora como supostos culpados por descontos da PLR em razão de acidentes,jogando toda a culpa no trabalhador que é a vítima e não o culpado.
Alertamos sempre para as propostas de precarização,e neste momento devemos estar alertas e  mobilizados contra mais esta tentativa de avanço dos patrões contra nós trabalhadores e trabalhadoras.
Os candidatos vem se comprometendo com os donos dos meios de produção,além do voto nulo de rejeição ao estado,é nosso dever estarmos organizados por uma greve geral em defesa de nossas conquistas do passado e contra a destruição destas pela sanha patronal por lucros.
O vínculo entre PLR e acidentes de trabalho é um ponto já questionado por este sindicato a mais de 03 anos,sendo parte das reivindicações fabris o fim desse vínculo,que no caso específico de Araxá condicionava o recebimento de cesta básica aos acidentes zero e a não apresentação de atestados médicos,oque expunha trabalhadores e trabalhadoras ao risco de terem de trabalhar doentes para que não perdessem "direitos".
Persistindo a tentativa das patronais de avanço contra nossos direitos,temos de usar nossa maior arma,a greve geral ativa!
Nenhuma patronal  terá exito em mais esta tentativa de destruir direitos,mesmo com o apoio dos candidatos(tod@s),nós produtores e produtoras de riqueza é que podemos parar a produção,para isso devemos iniciar desde já o debate em cima das propostas colocadas pelo proprietários,saber a posição dos sindicatos oficiais de cada local de trabalho e através da organização horizontal dos trabalhadores e trabalhadoras,exigir a manutenção de nossos direitos,assim como também a conquista de novos como a redução da jornada de trabalho.

Estejamos atentos e mobilizados para a greve geral em defesa de nossos direitos e contra as propostas patronais.

A PRECARIZAÇÃO NÃO PASSARÁ  
 

terça-feira, 29 de julho de 2014

VOTO NULO 2014

Nós que trabalhamos dia-dia é que produzimos toda riqueza,nós trabalhadores e trabalhadoras é que sofremos com a precariedade dos serviços públicos,nós trabalhadores e trabalhadoras é que devemos estar organizados para autogerirmos aquilo que é nosso,a riqueza produzida por nossas mãos.
Rejeitamos a ideia de que políticos e partidos nos representam,ninguém nos representa além de nós mesmos em busca de nossos direitos.
Para chegarmos a autogestão completa,estamos organizados desde já em sindicatos revolucionários e anarquistas,chamando assembleias e promovendo as lutas sociais e sindicais urgentes por bem estar e, que dessa organização exercitamos a ação direta para a liberdade.
Ação  direta é agir por aquilo que lhe diz respeito diretamente,sem intermediários.
Devemos ter em mente e explicar a nossa gente que:mesmo que um candidato saia do meio da classe trabalhadora,depois de eleito ele terá todas as mordomias,se afastará da vida real do operariado,e será apenas mais um parasita a viver as nossas custas,não mudará em nada a realidade porque isso é impossível em uma sociedade em que os proprietários criam as leis e representam a si mesmos e seus interesses nos parlamentos,os interesses de trabalhadores e trabalhadoras são opostos aos interesses de quaisquer partidos e políticos.
Nossa rejeição as eleições se dá não somente pela rejeição aos candidatos,mas principalmente na negação do sistema eleitoral,onde somos obrigados a escolher quem viverá as nossas custas.
Afirmamos o voto nulo diante da obrigatoriedade,das multas e problemas documentais que acontecem quando nos abstemos,sendo assim negamos as eleições,candidatos e partidos votando nulo,de maneira a evitar multas do sistema autoritário eleitoral.
Outra situação do voto nulo é que podemos todos e todas observar os números e porcentuais de rejeição ao estado e sua farsa eleitoral.
O voto nulo e a organização horizontal desde os nossos locais de lazer,estudo,trabalho e moradia devem nos levar a democracia direta,sem intermediários pagos para viver as nossas custas.
Quando eles pedirem seu voto lembre-se, das horas que passou esperando por atendimento no serviço público de saúde,enquanto o candidato dispõe de planos privados de saúde e mesmo se não tiver,quando eleito vai ter.
Lembre-se do transporte público sua precariedade e altas tarifas,eles não usam transporte público.
Não se esqueça que os filhos deles não estudam em escolas públicas,e por tanto não dão a minima para a precariedade a que são expostos os professores da rede pública,sem condições de desenvolver seu trabalho e com baixos salários.
Não se esqueça durante as eleições que,quando a maioria foi as ruas reivindicar,os candidatos de hoje ordenaram a repressão,e os que assumirem postos políticos manterão a repressão,já que o pior pesadelo de partidos é o povo organizado e mobilizado.
Não sustente parasitas,vote nulo.
Porque se ninguém trabalha por você,que ninguém decida por você.


quarta-feira, 23 de julho de 2014

CONFEDERAÇÃO OPERÁRIA BRASILEIRA.

Sem profissionais sindicais pagos para não trabalhar,sem partidos que direcionam a luta por direitos servindo a interesses eleitorais,sem subsídios estatais,um sindicato para lutar,reivindicar e conquistar direitos.
A origem dos mínimos direitos operários,esta na luta promovida pelos próprios trabalhadores e trabalhadoras,sem intermediários e interesses políticos,mas pelo bem estar imediato e a liberdade.
São lutas levadas a cabo desde assembleias e, da organização dos principais interessados em melhorias nos locais de trabalho,os trabalhadores e trabalhadoras.
O anarcossindicalismo é uma realidade,vitima de crimes de estado e de sabotagens vermelhas,mas que por sua sinceridade e urgência jamais esteve morto,desde o 1º congresso operário brasileiro(1906) até a reorganização em meados dos anos 1980,o mesmo espírito combativo que faz desta a primeira confederação de sindicatos operários do brasil,acabando assim com a farsa vermelha em torno de seus sindicatos oficiais/parasitários.
Nós do Sindivários Araxá FOM/COB/AIT mantemos a posição desde nossa federação local,de que devemos imediatamente exigir a confissão de culpa por crimes de estado por parte do governo brasileiro,sedes de sindicatos,escolas,companheiros deportados e enviados a campos de concentração,essa foi a realidade da Confederação Operária Brasileira e da terrível repressão na primeira metade do século XX.
Devemos ter em mente que mesmo que hoje ainda sob as priores práticas repressivas,ainda estamos longe dos crimes que foram cometidos contra a primeira confederação de sindicatos operários do país.
Jamais nos abatemos,sempre seguiremos adiante e da reorganização em nossos locais de trabalho,lazer e moradia vamos mais além,exigindo a verdade histórica ocultada por uma comissão da verdade subserviente aos interesses da esquerda.
Se hoje os núcleos e sindicatos COB/AIT são compostos por dezenas ou centenas de associados,isso se deve a perseguição estatal e bolchevique,e nunca a incapacidade dessa forma de luta e organização tradicional dos trabalhadores e trabalhadoras.
Fomos roubados pelo estado e atacados por comunistas a serviço da U.R.S.S.  que exigiam a destruição do anarquismo no brasil,liderados pelo mercenário  astrogildo pereira chegaram ao absurdo de disparar contra anarquistas em assembleias obreiras.
Nada disso foi capaz de destruir o anarcossindicalismo,a Confederação Operária Brasileira vive e segue em pé sem jamais se vender ou se render.
Viva a Confederação Operária Brasileira 1906 Tradição e atualidade das lutas operárias.


REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO JÁ!

PELA JORNADA DE 6 H DIÁRIAS, 30 SEMANAIS SEM REDUÇÃO SALARIAL: TRABALHAR MENOS PARA TODOS TRABALHAREM!
Médico britânico prega semana de quatro dias de trabalho para combater o estresse John Ashton acredita que a medida deixaria as pessoas mais felizes, em contato com a família e ainda reduziria o desemprego
John Ashton, defensor de uma vida mais flexível no trabalho - Reprodução
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LONDRES - Um importante médico britânico deu entrevista ao jornal “Guardian” defendendo a adoção de uma semana de trabalho de quatro dias para combater altos níveis de estresse e doenças relacionadas, como hipertensão. De lambuja, a medida ainda reduziria o desemprego. Presidente da Faculdade de Saúde Pública do Reino Unido, John Ashton acredita que a semana atual, de cinco dias, é uma “má distribuição de trabalho” que está danificando a saúde de muita gente.
— Quando você olha para a maneira como as pessoas estão vivendo, o estresse a que são submetidas e as consequentes faltas ao trabalho por doença são o maior problema. Deveríamos adotar a semana de quatro dias porque a questão hoje é a falta de proporção entre pessoas que trabalham demais e outras que não têm emprego — disse o médico ao jornal inglês.
Os membros da Faculdade de Saúde Pública do Reino Unido trabalham em questões como obesidade, dieta pobre, alcoolismo e tabagismo, geralmente relacionados à pobreza, ao desemprego e à falta de moradia, e tentam diminuir as discrepâncias entre ricos e pobres. Ashton usa seus três anos como presidente para aumentar a consciência das pessoas para o fato de que problemas como ansiedade e depressão podem ser causa ou efeito de muitas questões de saúde pública.
Para ele, encurtar a semana seria uma maneira de fazer as pessoas aproveitarem a vida, passarem mais tempo em família, e talvez reduzir os níveis de pressão arterial, já que haveria tempo para fazer exercícios.
— Se você tem um casal e ambos trabalham, eles precisam trabalhar em horários diferentes para passar algum tempo com os filhos, é um pesadelo — diz o médico, que trabalhou 42 anos no Serviço Nacional de Saúde (NHS) e se aposentou ano passado.
A pesquisa YouGov divulgada em abril descobriu que 57% dos trabalhadores apoiam a ideia da semana de quatro dias, e 71% pensam que isso faria do Reino Unido um lugar mais feliz. A entrevista de Ashton ao repórter Denis Campbell aconteceu um dia depois de o governo ter estendido o direito de solicitar horário flexível de trabalho a todos os empregadores. Até então, só cuidadores e babás podiam fazer tal pedido no emprego.

Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/medico-britanico-prega-semana-de-quatro-dias-de-trabalho-para-combater-estresse-13091506#ixzz37TgCoKng


Publicação original FORGS/COB/AIT



quinta-feira, 17 de julho de 2014

CULTURA LIBERTÁRIA LIBERTA.

Debater a situação atual de repressão as lutas sociais e sindicais,organizar a luta e promover a cultura livre dos interesses do estado e do capital.
Autonomamente,desde baixo expomos lutas necessárias e a urgência da autodefesa através da máxima solidariedade,materiais anarcossindicalista para explicação e difusão de todas as situações em todo o mundo.
O roubo praticado pelo estado contra organizações anarcossindicalistas,e a posição do Sindivários Araxá para que o estado aceite sua condição de culpado por crimes como:construção de campos de concentração e envio de sindicalistas,desapropriação de sedes e escolas mantidas por sindicatos além da deportação de muitos lutadores sociais.
A história das lutas sindicais e sociais no brasil passa pela COB e o sindicalismo dos trabalhadores e trabalhadoras  diretamente envolvidos em suas escolhas,sem parasitas profissionais sindicais.
Os crimes da esquerda contra anarquistas também forma expostos e a tática bolchevique de perturbar assembleias,inclusive com tiros contra anarquistas.
Retomamos os nossos espaços,o coletivo desenvolvendo da forma mais livre e horizontal aquilo que lhe nos respeito.



quarta-feira, 16 de julho de 2014

NOSSA HOMENAGEM AOS COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS,LUTADORES DA LIBERDADE.

O maior exemplo de autogestão generalizada dos meios de produção,a maior lição de que as democracias republicanas e os setores vermelhos  não são amigos da liberdade,e de que o povo unido e organizado pode se ver livre do estado e do capitalismo.
O Sindivários Araxá FOM/COB/AIT homenageia a CNT/AIT   e os companheiros e companheiras que combateram o fascismo avançando para a anarquia e a liberdade do povo.
Jamais serão esquecidos estes companheiros e companheiras,são o maior exemplo das possibilidades do anarquismo e da revolução social.

Viva a revolução social libertária Viva a anarquia!



PROTESTO NÃO É CRIME!

As reivindicações levadas a cabo por este sindicato e por juventude libertária,são a consequência natural das lutas iniciadas em dezembro de 2012 e com seu auge nas chamadas jornadas de junho.
Oque tiramos de lição,o sindivários araxá esta organizado e pronto para a luta por bem estar e liberdade,os grupos que seguem conosco nas ruas não!
A lutas sociais em Araxá,sem a presença de organizações de esquerda,é tocada por anarcossindicalistas e estudantes,os estudantes por sua vez sentem a falta de uma organização para a busca de direitos,algo bem natural no sistema de falsa representatividade criado pelos próprios mecanismos do estado.
Nos opomos ao recebimento de subsídios estatais,diferente dos que tentam nos reprimir,não aceitamos dinheiro público,nossa organização sindical é mantida por seus próprios membros,sem parasitas.
Mas a impossibilidade de manipular nosso sindicato e o debate que levou as atuais lutas parecem incomodar os questionados,que ao invés de responderem como se deve,atacaram sindicalistas e expuseram suas famílias com matérias absurdas e típicas de quem não esta habituado a questionamentos básicos,pequenos ditadores.
Nos mantemos em pé,e chamamos a completar a luta sem acordos pelas costas de todos e todas,mas deixando evidente que neste momento nossa principal reivindicação passa a ser o fim da repressão e a retratação de tudo oque foi dito contra companheiros e companheiras.
Alertamos para a manipulação e o fato de direita e esquerda serem o mesmo com roupas diferentes,pois se em atitudes históricas são alinhados com a extrema direita,no momento se aproximam da esquerdinha light tentando apagar a imagem fascista que a criminalização das lutas os deu,nada disso é capaz de apagar a verdade e o fato de que nunca foram as ruas.
Atacamos frontalmente a criminalização das lutas que se vê em todo o brasil,em Araxá com a especial particularidade que crimes foram forjados para nos silenciar sem sucesso.
A evolução das lutas foi e deve ser natural,reivindicamos o máximo bem estar e liberdade a nossa gente,sem jamais esperar nada dos de cima,mais uma situação em que nos distinguimos claramente dos repressores que são figuras constantes em palácios e nos pedidos de favores aos de cima,sim eles são aliados dos exploradores da população e não dizem nunca oque se passa pois tem interesses ligados ao poder.
Nós "apenas" reivindicamos direitos e buscamos a autogestão generalizada que já é feita desde já em nossas lutas,repudiamos a repressão e todo tipo de ataques contra este sindicato e seus membros,denunciamos publicamente a mídia usada para tentar nos silenciar.
É urgente a autodefesa e o avanço pelo  fim da repressão,dando máxima visibilidade  aos abusos cometidos em Araxá,não aceitamos a tentativa de criminalização das lutas e os ataques que sofremos por reivindicar.

Chamamos para a manutenção da resistência e a luta contra a mentira,em caso de repressão boicote total aos que publicam absurdos e a seus patrocinadores,que os que discordam dos absurdos os abandonem a sua sorte e consequência de tudo oque fizeram as famílias de sindicalistas.