quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Contra a repressão, ação direta e solidariedade sem fronteiras.

Estamos solidários aos companheiros e companheiras perseguidos por suas ideias, estamos solidários aos ateneus e centros okupados atacados pelo estado espanhol, e contra as tentativas deste estado de amordaçar os protestos sociais.
Enfrentamos no Brasil ao longo de 2014 forte repressão por parte do aparato estatal,  e a todo momento contamos com a solidariedade de companheiros e companheiras por todo o mundo, da mesma forma expressamos total solidariedade aos anarquistas espanhóis detidos em Barcelona e Madrid, se tocam em umx tocam em todxs!
Quando veem suas regalias ameaçadas pela organização de trabalhadores e trabalhadoras, o capitalismo usa de seu lacaio, estado, para atacar o povo que exige melhores condições de vida, não nos amedronta a repressão, pelo contrário, nos faz sentir a cada dia mais raiva das injustiças de um estado feito para defender os ricos.
Chamar atos de solidariedade em frente a empresas,consulados e embaixadas da Espanha, exigir o fim da repressão.


#eutambemsouanarquista #yotambiemsoyanarquista



domingo, 21 de dezembro de 2014

REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO.

Trabalhar menos, para trabalharmos todos e todas.

Frente aos avanços da tecnologia que proporcionam uma produção infinitamente maior do que quando foram conquistadas as 08 horas diárias, é hora de buscarmos maior bem estar, é o momento de buscarmos uma redução da jornada de trabalho de modo a termos vida, e não apenas essa sobrevivência enquanto as patronais desfrutam de ganhos cada vez maiores.
Assim como quando foram conquistadas as 08 horas diárias, hoje a luta pela redução da jornada de trabalho para 06 horas dia, 30 horas semanais se espalha por vários países, demonstrando que trabalhadores e trabalhadoras de todo o mundo anseiam por maior bem estar, desejam frear já os avanços das patronais contra nossos direitos com total apoio dos governos, sejam eles de esquerda ou de direita, estão sempre tentando corroer nossas mínimas conquistas com manobras descaradas.
Enquanto as centrais pelegas/oficiais do Brasil que vivem as custas do imposto sindical reivindicam reduções para 40/42 horas, nós exigimos 30 horas semanais sem redução salarial, uma redução real, e não uma manobra pelega para tentar abafar a luta por uma vida de maior bem estar.
A redução da jornada de trabalho além de proporcionar maior qualidade de vida, abre novos postos de trabalho, diminui o desemprego, os argumentos dos patrões caem quando vemos que seu lucro aumenta ano a ano, quanto nós entregamos nossa vida em troca da sobrevivência, porque os salários mal pagam as contas, oque na prática resulta em aumento da jornada de trabalho, porque muitos trabalhadores e trabalhadoras acabam tendo de fazer horas extras ou ter dois empregos para poderem sobreviver, mostrando outro problema da atual jornada que é a exaustão que resulta em acidentes de trabalho.
Vemos constantemente casos de trabalhadores e trabalhadoras que se acidentaram devido ao cansaço, e nem toda hipocrisia da patronais, e de técnicos de segurança pode esconder o fato de que estamos todos e todas cansados,tentam com treinamentos ainda mais exaustivos se eximirem de culpa, quando sabemos que práticas seguras e cansaço são esquecidos quando se cumprem prazos, quando o operariado esta sob pressão.

  
Uma das melhores maneiras de evitar acidentes de trabalho é diminuir o cansaço do trabalhador e da trabalhadora, reduzir a jornada de trabalho e tornar o trabalho algo que não nos deixe esgotados como hoje, a segurança no trabalho esta diretamente ligada a condição física do trabalhador e da trabalhadora.
Não esperamos nada que não seja através da luta dos próprios interessados e interessadas, nós, que trabalhamos é que devemos desde já exigir redução da jornada de trabalho, exigir o direito a vida.
Os sindicatos vendidos temem a verdade, prova disso é a ação do governo na dita comissão da verdade para que o anarcossindicalismo fosse ocultado e a mentira pelega fosse mantida, eles não querem que nossa gente sabia como conquistamos nossos direitos, eles vendem a mentira de que luta sindical no Brasil é somente abc- final dos anos 1970, quando sabemos que a perseguição e as lutas do operariado são muito anteriores, e em práticas que não se parecem em nada com as dos sindicatos vermelho/laranja/amarelos, somente a ação direta nos leva as conquistas.
Que a luta pela redução da jornada de trabalho esteja em todo o mundo, que todos os trabalhadores e trabalhadoras, sem fronteiras, conquistem o bem estar e a liberdade que nos levam a emancipação social.
A luta esta em várias partes do mundo, e começa a tomar ruas, praças, locais de trabalho, estudo e moradia, nossa gente quer viver.
(faixa pela redução da jornada de trabalho C.N.T./A.I.T. -Cádiz -Espanha)













(ato pela redução da jornada de trabalho F.O.R.A./A.I.T.- Buenos Aires-Argentina)

A emancipação dos oprimidos e explorados, deve ser obra dos próprios oprimidos e explorados.

Sindivários Araxá COB/AIT Bem estar e liberdade

Conversa e debate oque é A.I.T. e Anarcossindicalismo.

O debate foi quente, a chuva afastou muitas pessoas, mas foi enriquecedor debater desde o internacionalismo, federalismo, autogestão e solidariedade, até as questões das lutas de gênero, educação libertária e importância da organização imediata.
Foram expostos alguns materiais, e contadas as histórias  da A.I.T. desde sua fundação em 1922 até da C.O.B. e as perseguições que sofreu no Brasil, tema desconhecido por muitos mas que temos o prazer de divulgar aos mais jovens para que saibam a verdade sobre a conquista de nossos mínimos direitos e a tradição anarcossindicalista no país brutalmente reprimida pelo estado e pelos comunistas vermelhos do pcb, questionamos a comissão da verdade criada neste governo de esquerda e sua manipulação dos fatos e da história de lutas e conquistas do povo.

Agradecemos aos companheiros e companheiras que compareceram.




sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Araxá,uma das tarifas de transporte público mais caras do país.

Fomos as ruas, sem esperar nada dos de cima, organizados e autogeridos, lutando contra a segregação e exploração que representa a tarifa do transporte público em Araxá.
O 2° ato contra o aumento da tarifa de ônibus em Araxá teve inicio as 17:30, com a concentração e os debates em torno da questão da carestia de vida, além do fator transporte, foram denunciadas as tentativas de agressões contra companheiros e companheiras em atos de um passado não muito distante, sendo que hoje fatos como estes já não mais ocorrem, através de nossa resistência ano a ano, os lacaios dos exploradores entenderam que não nos vendemos e nem nos rendemos, nos mantemos em pé, sem passo atrás, jamais nos acovardamos.
Nos deslocamos, sem bloqueio de vias, até o calçadão da rua Olegário Maciel, onde contamos com grande apoio dos que passavam, e ainda com a chegada de mais alguns companheiros e companheiras.
Permanecemos no cruzamento da rua Olegário Maciel com avenida Antonio Carlos até as 20:15 quando decidimos dispersar e retomar as assembleias durante o "conversa e debate" de sábado 20/12 no setor norte de Araxá.
Extremamente importante a capacidade de auto organização desenvolvida nas ruas, em mais esta jornada de luta contra um transporte público que serve a interesses privados em detrimento dos interesses da população.
Revogação imediata do aumento da tarifa do transporte coletivo em Araxá!





quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

COB/AIT -ANARCOSSINDICALISMO AQUI E AGORA!

Sem sindicalistas profissionais pagos para não trabalhar, sem imposto sindical, sem partidos, sem patrões, assim é a COB/AIT, primeira confederação de sindicatos em defesa de trabalhadores e trabalhadoras, uma organização de luta, massacrada e roubada pelo estado ao longo de inúmeras ditaduras mas jamais esquecida por aqueles que conhecem a história de sua gente.
Denunciamos o sindicalismo farsante das centrais pelegas/oficiais que vivem do parasitismo sindical e da desmobilização e desorganização de trabalhadores e trabalhadoras, nós não pedimos o seu voto em eleições sindicais, pedimos apenas que organize-se e lute em princípios que impedem o oportunismo e o peleguismo.
O anarcossindicalismo é nossa ferramenta de luta aqui e agora, um instrumento pela libertação e emancipação de nossa gente!

Araxá em festa?

Araxá não esta em festa, o povo a cada dia sofre mais a exploração de um sistema de transporte dos mais caros do país, um sistema de saúde precário, a violência que só tende a aumentar frente as políticas de segregação, e a gritante desigualdade social,o ensino decadente  e os baixos salários da imensa maioria.
Mesmo assim a prefeitura e a mídia local tentam vender a imagem de cidade perfeita, grande mentira, Araxá é uma cidade de desigualdades e violência histórica das elites contra a população, nós do Sindivários Araxá COB/AIT não aceitamos migalhas, não nos vendemos e nem nos rendemos, exigimos tudo aquilo que é nosso e vem sendo roubado ao longo de séculos por elites gananciosas e maldosas atualmente amparadas por lacaios do estado e serviçais.
Denunciamos a desigualdade e a segregação social em Araxá, o poder das elites da cidade que sugam o suor do povo para levarem vidas de bonança e facilidades, Araxá não é a cidade vendida nas propagandas de turismo, Araxá é berço de genocídios e exploração contra o povo.
Não engolimos as mentiras natalinas da prefeitura, mídia e lacaios,lutamos nas ruas por bem estar e liberdade aqui e agora, sem meias verdades.
Dizemos não a todas as mentiras que os de cima utilizam para iludir os de baixo,os que tudo produzem mas vivem sem o minimo bem estar e liberdade.
Nós, vamos as ruas, denunciar a mentira e lutar por reivindicações definidas em assembleias, através da máxima horizontalidade e solidariedade entre os que seguem em pé.
Araxá não esta em festa,Araxá esta em luta contra a exploração e a opressão, não somos espectadores, em nossas vitórias ou em nossa simples presença nas ruas ou na organização diária da autogestão nos fazemos vivos, deixamos claro que não aceitamos as mentiras dos de cima, lutamos por bem estar e liberdade a todos e todas, para a população que tudo produz mas pouco ou nada usufrui, a luta econômica através da ação direta, sem delegar a resolução de nossos problemas a terceiros, assim lutamos e incomodamos opressores e exploradores sem jamais nos render.
A cidade não esta em festa e nós vamos as ruas contra a exploração!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014