Acabou a exploração sem resistência, o setor de hotelaria em Araxá, que se aproveita dos terceirizados e terceirizadas para precarizar todas as condições de trabalho, negando inclusive o direito ao pagamento do vale transporte, não terá mais paz enquanto todas as condições não forem melhoradas e os pagamentos de terceirizados cumpridos a risca.
O sindicato oficial obviamente sempre irá se omitir, profissionais sindicais do parasitismo, enquanto nós sofremos todo tipo de repressão por lutarmos, não arredaremos o pé e se necessário chamaremos ao boicote a esta rede que se implantou na cidade baseada na precarização que chama de novos métodos de executar o trabalho no ramo hotelaria, balela, eles querem é precarizar, vender a imagem de sorrisos sobre as as costas de trabalhadores e trabalhadoras exaustos.
A partir dessa segunda feira 11/05/2015 iniciaremos ações nas ruas e também judiciais contra os exploradores, usaremos todas as ferramentas de defesa que temos em mãos.
Terceirização é precarização, o parasita que busca trabalhadores e trabalhadoras para viver do seu trabalho enquanto parasita terá de pagar todos os direitos, nossa paciência acabou!
domingo, 10 de maio de 2015
domingo, 3 de maio de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
1º de MAIO DE LUTO E LUTA!
Chicago, 1886, em uma das cidades mais industrializadas do mundo. Operários trabalhavam 16 horas por dia e viviam em completa miséria, enquanto a elite desfrutava do luxo e das inovações da modernidade. Tal situação revoltava os trabalhadores, especialmente os anarquistas, que fundavam jornais e sindicatos e trabalhavam pela educação do povo.
Estes recusavam a ideia de governo, acreditando que o fim do sistema de exploração capitalista viria somente através do esforço do próprio trabalhador em se organizar.
No dia 1º de maio, Anarquistas lançaram uma campanha pela jornada de 08 horas de trabalho, a qual foi amplamente acolhida pelo operariado. No quarto dia da greve geral, trabalhadores de Chicago de reuniam a fim de protestar contra as chacinas que vinham ocorrendo em resposta a greve.
Quando o comício estava perto do fim, a polícia invadiu violentamente a manifestação. Em meio ao conflito, uma bomba explodiu, matando policiais e trabalhadores.
Aproveitando-se da situação o Estado acusou Anarquistas que discursavam no comício de terem conspirado e explodido aquela bomba. Mesmo sem nada provar, o Estado enforcou Parsons, Fischer, Spies e Engel. Recusando-se a entregar seu corpo ao Estado, Lingg protestou cometendo suicídio na prisão. Neebe, Fielden e Schwab permaneceram presos até que anos depois foram libertados, ocasião em que o governo admitiu ter sido aquele o maior erros jurídico da história dos E.U.A. .
Após os acontecimentos de Chicago, a ideia de greve geral pela conquista das 08 horas diárias de trabalho se espalhou por todo o mundo.
O primeiro de maio se tornou data de protesto e luto contra a exploração do trabalhador e os Anarquistas enforcados ficaram conhecidos "Os Mártires de Chicago", tornando-se simbolo da luta contra a violência do Estado e das elites.
-texto publicado originalmente em "Anarquia Quae Sera tamem" FOM/COB/AIT
Hoje, nossos motivos para lutar ainda são os mesmos, bem estar e liberdade a todos e todas, o fim da exploração do homem pelo homem, a emancipação da humanidade.
Comecemos barrando os ataques contra nossos direitos, o Estado, eterno defensor do capital quer que paguemos a conta, não pagaremos!
E para isso, nossa ação direta, nosso apoio mutuo e solidariedade, nossa auto defesa sem esperar nada de partidos e políticos, porque estes são parasitas que vivem do nosso suor, a mudança é de responsabilidade de cada um, se organizar e lutar.
VOCÊ ESTA CONVIDADO: Sexta feira- 1° de maio - as 15:00 horas - praça do Urciano Lemos.
Estes recusavam a ideia de governo, acreditando que o fim do sistema de exploração capitalista viria somente através do esforço do próprio trabalhador em se organizar.
No dia 1º de maio, Anarquistas lançaram uma campanha pela jornada de 08 horas de trabalho, a qual foi amplamente acolhida pelo operariado. No quarto dia da greve geral, trabalhadores de Chicago de reuniam a fim de protestar contra as chacinas que vinham ocorrendo em resposta a greve.
Quando o comício estava perto do fim, a polícia invadiu violentamente a manifestação. Em meio ao conflito, uma bomba explodiu, matando policiais e trabalhadores.
Aproveitando-se da situação o Estado acusou Anarquistas que discursavam no comício de terem conspirado e explodido aquela bomba. Mesmo sem nada provar, o Estado enforcou Parsons, Fischer, Spies e Engel. Recusando-se a entregar seu corpo ao Estado, Lingg protestou cometendo suicídio na prisão. Neebe, Fielden e Schwab permaneceram presos até que anos depois foram libertados, ocasião em que o governo admitiu ter sido aquele o maior erros jurídico da história dos E.U.A. .
Após os acontecimentos de Chicago, a ideia de greve geral pela conquista das 08 horas diárias de trabalho se espalhou por todo o mundo.
O primeiro de maio se tornou data de protesto e luto contra a exploração do trabalhador e os Anarquistas enforcados ficaram conhecidos "Os Mártires de Chicago", tornando-se simbolo da luta contra a violência do Estado e das elites.
-texto publicado originalmente em "Anarquia Quae Sera tamem" FOM/COB/AIT
Hoje, nossos motivos para lutar ainda são os mesmos, bem estar e liberdade a todos e todas, o fim da exploração do homem pelo homem, a emancipação da humanidade.
Comecemos barrando os ataques contra nossos direitos, o Estado, eterno defensor do capital quer que paguemos a conta, não pagaremos!
E para isso, nossa ação direta, nosso apoio mutuo e solidariedade, nossa auto defesa sem esperar nada de partidos e políticos, porque estes são parasitas que vivem do nosso suor, a mudança é de responsabilidade de cada um, se organizar e lutar.
VOCÊ ESTA CONVIDADO: Sexta feira- 1° de maio - as 15:00 horas - praça do Urciano Lemos.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
COB-SEÇÃO BRASILEIRA DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES
A seção da Associação Internacional dos Trabalhadores no Brasil se chama Confederação Operária Brasileira, condenamos o uso indevido da sigla por organizações que se negam a assumir os estatutos do sindicalismo revolucionário e, o compromisso com a organização horizontal, autogestionária e federativa. Prezamos por nossos princípios, em defesa do anarcossindicalismo, em defesa da Associação Internacional dos Trabalhadores.
Confederação Operária Brasileira/ Associação Internacional dos Trabalhadores.

Confederação Operária Brasileira/ Associação Internacional dos Trabalhadores.

NÃO PAGAREMOS A CRISE!
Não pagaremos as aventuras de um governo pelego, que agora que é acossado pela direita, tenta usar os trabalhadores e trabalhadoras como para-choque dos problemas que eles mesmos criaram.
Nossa luta nunca foi política, rejeitamos todos os partidos, na direita e na esquerda, nossa luta é econômica, nos dirigimos a nossa gente em sua qualidade de produtores de riqueza que tem sua produção roubada todos os dias por patrões e pelo estado.
Chamamos para a luta contra a inflação que esta corroendo nossos salários, contra a precarização laboral, contra os sindicatos oficiais/parasitários e, em defesa imediata de nosso bem estar e de nossa liberdade aqui e agora.
O anarcossindicalismo é nosso meio de defesa, é nosso meio de luta para avançar, é a única maneira real de fazermos frente aos ataques do estado e dos patrões contra nossos direitos.
Não aceitamos nenhum corte em direitos, se as centrais sindicais oficiais fazem jogo de cena, nós não! Defender-nos é urgente, e como trabalhadores e trabalhadoras a Confederação é nossa ferramenta de luta, sem esperar nada dos partidos e sindicatos oficiais/parasitários, a luta só pode ser realizada por nós mesmos, todos e todas reunidos em apoio mutuo e solidariedade.
A produção, a matéria que se utiliza na produção e no consumo, não existe sem os trabalhadores e trabalhadoras, nós temos o poder de produzir e de parar a produção, o poder do estado e dos patrões não é nada diante da nossa união, os parasitas de cima não tomam nem um café sem o trabalho dos que plantam e colhem café, não existe um carro sequer, sem a extração mineral, Araxá especialmente pode colocar os ladrões de nosso suor e de nossas vidas de joelhos, toda a produção de itens de alta performance como carros, foguetes, misseis e equipamentos industriais em geral, não existem sem os trabalhadores e trabalhadoras de Araxá.
Estamos em pé, estamos organizados, estamos em combate contra o roubo que os de cima praticam contra nós todos e todas, enquanto vivemos todo tipo de dificuldades e necessidades.
Isso que o capitalismo chama de crise, nós chamamos de capitalismo, não pagaremos pelos problemas do capitalismo criados por ele próprio com apoio do governo e da oposição, somos produtores e produtoras de riqueza, somos trabalhadores e trabalhadoras que não aceitam mais ser roubados.
Nós, não pagaremos a crise, se o estado e o capitalismo não nos deixarem viver, nós não os deixaremos dormir.
Nossa luta nunca foi política, rejeitamos todos os partidos, na direita e na esquerda, nossa luta é econômica, nos dirigimos a nossa gente em sua qualidade de produtores de riqueza que tem sua produção roubada todos os dias por patrões e pelo estado.
Chamamos para a luta contra a inflação que esta corroendo nossos salários, contra a precarização laboral, contra os sindicatos oficiais/parasitários e, em defesa imediata de nosso bem estar e de nossa liberdade aqui e agora.
O anarcossindicalismo é nosso meio de defesa, é nosso meio de luta para avançar, é a única maneira real de fazermos frente aos ataques do estado e dos patrões contra nossos direitos.
Não aceitamos nenhum corte em direitos, se as centrais sindicais oficiais fazem jogo de cena, nós não! Defender-nos é urgente, e como trabalhadores e trabalhadoras a Confederação é nossa ferramenta de luta, sem esperar nada dos partidos e sindicatos oficiais/parasitários, a luta só pode ser realizada por nós mesmos, todos e todas reunidos em apoio mutuo e solidariedade.
A produção, a matéria que se utiliza na produção e no consumo, não existe sem os trabalhadores e trabalhadoras, nós temos o poder de produzir e de parar a produção, o poder do estado e dos patrões não é nada diante da nossa união, os parasitas de cima não tomam nem um café sem o trabalho dos que plantam e colhem café, não existe um carro sequer, sem a extração mineral, Araxá especialmente pode colocar os ladrões de nosso suor e de nossas vidas de joelhos, toda a produção de itens de alta performance como carros, foguetes, misseis e equipamentos industriais em geral, não existem sem os trabalhadores e trabalhadoras de Araxá.
Estamos em pé, estamos organizados, estamos em combate contra o roubo que os de cima praticam contra nós todos e todas, enquanto vivemos todo tipo de dificuldades e necessidades.
Isso que o capitalismo chama de crise, nós chamamos de capitalismo, não pagaremos pelos problemas do capitalismo criados por ele próprio com apoio do governo e da oposição, somos produtores e produtoras de riqueza, somos trabalhadores e trabalhadoras que não aceitam mais ser roubados.
Nós, não pagaremos a crise, se o estado e o capitalismo não nos deixarem viver, nós não os deixaremos dormir.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
sábado, 4 de abril de 2015
TERCEIRIZAÇÃO É PRECARIZAÇÃO.
Em hotéis, mineradoras, restaurantes e onde mais seja possível, lá estão eles, os trabalhadores e trabalhadoras terceirizados, sem os mesmos direitos, vítimas da incerteza e da falta de garantias, são usados e descartados por empresas sempre sedentas por mais lucro.
Nos opomos frontalmente as terceirizações, as patronais tem de assumir a responsabilidade em cumprir as obrigações trabalhistas a esses trabalhadores e trabalhadoras, pagar o mesmo piso salarial e os mesmos convênios.
Exemplo claro, da situação de trabalhadores colocados como de segunda categoria a que são sujeitos os terceirizados esta nas minas, enquanto o piso salarial na companhia chega próximo a R$3.000,00, com convênios, os terceirizados na sua maior parte não chegam a metade disso, os refeitórios de terceirizados nas minas são outro exemplo bem nítido, enquanto os contratados diretos tem um belo restaurante que tem até ar condicionado, os terceirizados tem um contêiner fantasiado de refeitório.
Dividir a nossa gente é o objetivo deles, dos de cima, dos patrões e políticos que apoiam toda essa bandalheira, não somos opositores dos trabalhadores contratados diretamente pelas companhias, reivindicamos sim, a contratação dos terceirizados de forma direta, com o mesmo piso e os mesmos convênios.
Situação que também se repete na hotelaria, ramo em que os desvios de função foram institucionalizados pela administradora, que agora também mantém trabalhadores e trabalhadoras por até 15 horas nos locais de trabalho, sem que estes reclamem, já que sem garantias amanhã podemos não ter mais trabalho, e a maioria se cala, aceita passiva com medo.
Assim como já colocamos industriais da cidade contra a parede, em situação de rendição total e irrestrita diante de nossas reivindicações e campanhas, estamos atentos a situação de precarização a que estão sujeitos todos os terceirizados em diversos ofícios, não vamos retroceder meio passo na defesa dos nossos direitos.
O argumento de que as terceirizações cumprem uma necessidade temporária são falsos, tanto devido a redução drástica do quadro de funcionários em hotelaria desde que a atual administradora assumiu em Araxá, quanto pela própria lógica da mineração de constantes obras, em nenhum caso a desculpa esfarrapada das patronais tem fundamento, é sim uma malandragem dos de cima para aumentarem seus lucros enquanto aumentas nossas necessidades e más condições de trabalho.
Estamos em luta contra a precarização, estamos na defesa de nossos direitos aqui e agora, sem pátrias, sem partidos e sem patrões, sem dar meio passo atrás.
Nos opomos frontalmente as terceirizações, as patronais tem de assumir a responsabilidade em cumprir as obrigações trabalhistas a esses trabalhadores e trabalhadoras, pagar o mesmo piso salarial e os mesmos convênios.
Exemplo claro, da situação de trabalhadores colocados como de segunda categoria a que são sujeitos os terceirizados esta nas minas, enquanto o piso salarial na companhia chega próximo a R$3.000,00, com convênios, os terceirizados na sua maior parte não chegam a metade disso, os refeitórios de terceirizados nas minas são outro exemplo bem nítido, enquanto os contratados diretos tem um belo restaurante que tem até ar condicionado, os terceirizados tem um contêiner fantasiado de refeitório.
Dividir a nossa gente é o objetivo deles, dos de cima, dos patrões e políticos que apoiam toda essa bandalheira, não somos opositores dos trabalhadores contratados diretamente pelas companhias, reivindicamos sim, a contratação dos terceirizados de forma direta, com o mesmo piso e os mesmos convênios.
Situação que também se repete na hotelaria, ramo em que os desvios de função foram institucionalizados pela administradora, que agora também mantém trabalhadores e trabalhadoras por até 15 horas nos locais de trabalho, sem que estes reclamem, já que sem garantias amanhã podemos não ter mais trabalho, e a maioria se cala, aceita passiva com medo.
Assim como já colocamos industriais da cidade contra a parede, em situação de rendição total e irrestrita diante de nossas reivindicações e campanhas, estamos atentos a situação de precarização a que estão sujeitos todos os terceirizados em diversos ofícios, não vamos retroceder meio passo na defesa dos nossos direitos.
O argumento de que as terceirizações cumprem uma necessidade temporária são falsos, tanto devido a redução drástica do quadro de funcionários em hotelaria desde que a atual administradora assumiu em Araxá, quanto pela própria lógica da mineração de constantes obras, em nenhum caso a desculpa esfarrapada das patronais tem fundamento, é sim uma malandragem dos de cima para aumentarem seus lucros enquanto aumentas nossas necessidades e más condições de trabalho.
Estamos em luta contra a precarização, estamos na defesa de nossos direitos aqui e agora, sem pátrias, sem partidos e sem patrões, sem dar meio passo atrás.
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